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Cinco dias em Copenhague no Natal de 2025

há 11 minutos
12 min de leitura

No final de 2025 fizemos uma viagem de 15 dias pelos países Nórdicos e Copenhague foi a nossa primeira parada. Depois de Copenhague, seguimos para Helsinque, Rovaniemi, na Lapônia finlandesa, e Oslo, mas neste post vamos focar só na capital dinamarquesa. Passamos 5 dias, entre o dia 20 e o dia 25 de dezembro de 2025. Aqui vamos contar um pouco sobre os passeios, a comida, as descobertas e também os detalhes práticos que podem ajudar quem estiver pensando em visitar Copenhague no inverno.


A cidade de Copenhague, foi escolhida como primeiro destino da viagem pela sua localização estratégica (voos diretos de Lisboa) e pelas datas de encerramento dos seus mercados de natal, que fecham mais cedo comparativamente aos outros destinos da nossa viagem. E que gostamos demais.


Copenhague


Copenhague é uma cidade que combina charme histórico com um estilo de vida moderno e descontraído. Suas origens datam do século XII, quando o bispo Absalão mandou construir um castelo no local para proteger a região dos ataques piratas, dando início ao pequeno povoado que, com o tempo, cresceu até se tornar a capital do país. Ao longo dos séculos, a cidade foi palco de incêndios, guerras e reconstruções, mas soube preservar marcos importantes, como o Palácio de Christiansborg, erguido sobre as ruínas daquele castelo original, e a Torre Redonda, construída no século XVII como observatório astronômico.



Nyhavn, o famoso canal do século XVII
Nyhavn, o famoso canal do século XVII

Nyhavn, o famoso canal do século XVII
Nyhavn, o famoso canal do século XVII

Antes de partir: o que é bom saber sobre a Dinamarca


Antes de falarmos sobre o dia a dia da viagem, vale reunir algumas informações práticas que fazem diferença para quem pretende visitar a Dinamarca, especialmente durante o inverno e a época natalina.


Apesar de fazer parte da União Europeia, a Dinamarca não adota o euro. A moeda oficial é a coroa dinamarquesa (DKK — dansk krone). Os pagamentos com cartão funcionam todos os estabelecimentos, incluindo barraquinhas dos mercado de Natal.


Os transportes públicos em Copenhague funcionam todos com o sistema tarifário por zonas. É possível comprar bilhetes avulsos, usar o cartão Rejsekort ou, de forma mais prática para turistas, o aplicativo DOT Mobilbilletter, que permite comprar passagens diretamente pelo celular (foi assim que fizemos). No aplicativo, você indica a estação onde está e para quantas pessoas vai pagar, e depois toca em "iniciar". Assim que descer do transporte, basta apertar para encerrar a viagem, e o valor é descontado diretamente do cartão cadastrado.


Ainda assim, achamos que boa parte do centro histórico da perfeitamente para fazer caminhando. Nós acabamos por usar o transporte público apenas para trajetos mais longos ou durante a noite em que estava mais frio.


Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca

Em Copenhague os Mercados de Natal costumam começar no inicio de Novembro e costumam terminar antes do dia do Natal, então foi um dos motivos pelos quais essa cidade foi nosso primeiro destino. Aqui estão alguns mercados de natal que visitamos e as datas em que estavam em funcionamento em 2025.


  • Mercado de Natal do Tivoli (dentro do Parque Tivoli): 14 de novembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026, sendo o único que permanece aberto até depois da virada do ano.

  • Højbro Plads: 4 de novembro a 21 de dezembro de 2025.

  • Kongens Nytorv (com pista de patinação no gelo e barracas natalinas): 7 de novembro de 2025 a meados de fevereiro de 2026, dependendo da atração.

  • Nyhavn: 5 de novembro a 21 de dezembro de 2025.

  • Christiania (mercado alternativo dentro da cidade livre): 6 a 20 de dezembro de 2025.


Broens Street Food
Broens Street Food

Sol e temperatura: dezembro é o mês mais escuro do ano em Copenhague. O sol nasce por volta das 8h15 e se põe já perto das 15h40, resultando em pouco mais de sete horas de luz natural por dia. Por isso, vale muito a pena acordar cedo e organizar o dia para aproveitar ao máximo as horas de claridade, deixando as atividades noturnas, como os mercados de Natal, para o fim da tarde e a noite.

Quanto às temperaturas, a média fica entre 0°C e 4°C durante o dia, podendo cair abaixo de zero à noite, especialmente com a sensação térmica agravada pelo vento. Casacos pesados, gorros, luvas, roupas térmicas e calçados impermeáveis são essenciais para esse tipo de viagem. Nossas dicas de lojas para comprar roupas de inverno boas são a UNIQLO e a Decathlon.

Nossa maior dica é a linha de roupas térmicas da UNIQLO que são indicadas para frio de até -20°C, que foi o que compramos e usamos todos os dias.


Comidas típicas da Dinamarca:

  • Smørrebrød — fatia de pão de centeio aberto, coberto com ingredientes como peixe, carnes frias, patês ou legumes; um dos pratos mais icônicos do país.

  • Flæskesteg — carne de porco assada com a pele crocante, tradicionalmente servida nas ceias de Natal dinamarquesas.

  • Frikadeller — almôndegas de carne moída temperada, servidas como prato principal do dia a dia.

  • Æbleskiver — pequenas esferas fritas parecidas com panquecas, muito populares nos mercados de Natal e servidas com geleia e açúcar de confeiteiro.

  • Gløgg — vinho quente temperado com especiarias, a bebida símbolo da época natalina em toda a Escandinávia.

  • Rugbrød — o pão de centeio escuro e denso, base de boa parte da alimentação dinamarquesa.

  • Hotdog (pølser) — os tradicionais carrinhos de cachorro-quente de rua fazem parte do cotidiano de Copenhague há décadas.

  • Wienerbrød — o que no Brasil se conhece popularmente como "folhado dinamarquês", é a base de toda a rica cultura de padarias do país.


Dia 1 - Chegada em Copenhague


Saímos de Lisboa no dia 20 de dezembro com destino a Copenhague. Nosso voo estava marcado para as 18h40, o que significou uma chegada já perto da meia-noite. Sabendo que esse horário seria mais complicado ir até o hotel de comboio, optamos por contratar um transfer privativo, para ser mais rápido e prático.


Chegamos ao hotel, o Good Morning City Copenhagen Star, bem localizado a poucos minutos a pé da estação central. Já era madrugada, e boa parte da cidade estava fechada. A única opção para jantar foi um fast food chamado Max, dentro da própria estação central, bem ao lado do hotel. Voltamos para o hotel depois de jantar, para descansar para o dia seguinte


Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca


Dia 21 de dezembro — Christiania, Refshalevej e a chegada dos amigos


O dia 21 marcou a chegada de duas famílias de amigos que vivem no Brasil, que se juntariam a nós ao longo da viagem. Como a chegada delas estava prevista apenas para a noite, aproveitamos a manhã e a tarde para explorar a cidade.


Caminhamos bastante, passando por alguns mercadinhos de Natal para beber vinho quente, como o Julemarked på Højbro Plads, um dos mais charmosos que encontramos por ali. Como no dia seguinte faríamos um walking tour com uma guia pelo centro da cidade, decidimos passar o dia visitando os outros pontos turísticos.


Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca

Vesterbrogade
Vesterbrogade

Rådhuspladsen, a Praça da Câmara Municipal de Copenhague
Rådhuspladsen, a Praça da Câmara Municipal de Copenhague
Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca

Seguimos caminhando em direção a Christiania, também conhecida como a Cidade Livre de Christiania, um bairro alternativo e autogerido, criado em 1971 por um grupo de moradores que ocupou uma antiga área militar abandonada às margens de um canal. Desde então, Christiania funciona com regras internas próprias, à margem de parte da legislação dinamarquesa convencional, e é conhecida por sua estética colorida, suas construções alternativas e improvisadas, e por uma atmosfera completamente diferente do restante da cidade.


Christiania
Christiania

Depois de caminhar por Christiania, seguimos para o almoço no Broens Street Food, um mercado gastronômico à beira do canal, com diversas barracas de comida de rua. Ali comemos hambúrguer no Gasoline Grill e um crepe em estilo dinamarquês, muito gostoso.


Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca

Na sequência, a caminhada continuou até Refshalevej, uma área mais ao norte da cidade, numa antiga zona industrial e portuária. Lá fomos comer na Hart Bageri, padaria que a Giullia queria ir, e que hoje é uma das mais famosas da cidade.

A Hart Bageri nasceu com o apoio do renomado restaurante Noma e ficou conhecida principalmente por seu croissant de cardamomo. É, sem dúvida, um dos grandes símbolos da nova geração de padarias artesanais de Copenhague e vale MUITO a pena comer. Tem várias unidades espalhadas pela cidade.


Hart Bageri, Copenhague
Hart Bageri, Copenhague

Bem perto dali fica o Reffen, um mercado de comida de rua que, durante a época natalina, também recebe um mercado de Natal próprio. Ali tomamos chocolate quente e ficamos sentados perto de uma fogueira, onde até dava para fazer s'mores. Na volta para o hotel, para esperar nossos amigos chegarem, paramos na Conditori Copenhagen para comer uma nhá-benta famosa que nos indicaram, e que estava deliciosa. Assim que os amigos chegaram, fomos jantar e ficamos horas na mesa, colocando o papo em dia depois de quase 3 anos sem nos ver.


Reffen
Reffen
Mercado de Natal de Reffen
Mercado de Natal de Reffen
Mercado de Natal de Reffen
Mercado de Natal de Reffen
Conditori Copenhagen
Conditori Copenhagen

Copenhague é muito conhecida pelas famosas padarias, então deixo aqui algumas que pesquisamos. Também deixo algumas recomendações de padarias que tinham opções gluten free.


Padarias de Copenhague:

  • Juno the Bakery — uma das mais renomadas da cidade, famosa pelos croissants e pelos cardamom buns.

  • Hart Bageri — padaria artesanal criada com apoio de nomes ligados ao Noma.

  • Andersen & Maillard

  • BUKA Bakery

  • Lagkagehuset

  • Lille Bakery

Padarias sem glúten:

  • The Sixteen Twelve

  • H.U.G Bageri

  • Landbageriet

  • DAC Café



Dia 22 de dezembro — Walking tour e tarde no Parque Tivoli


Na manhã do dia 22, fizemos um walking tour pelo centro histórico de Copenhague com uma guia excelente, que contou com detalhes a história da cidade, suas transformações ao longo dos séculos e as curiosidades por trás de cada monumento visitado.

Nossa família costuma fazer esse tipo de tour por ser uma ótima forma de se situar na cidade logo nos primeiros dias e porque gostamos de saber e ter uma noção sobre a história dos lugares que estamos visitando.


Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca

Nyhavn, o famoso canal do século XVII
Nyhavn, o famoso canal do século XVII

O que conhecer em Copenhague:

  • Rådhuspladsen (Praça da Câmara Municipal) — a grande praça onde se situa a Rådhus, edifício histórico que constitui o centro social e político da cidade.

  • Strøget — a mais famosa rua pedonal de Copenhague, na verdade um conjunto de ruas interligadas, cheia de lojas, cafés e movimento, que liga a Rådhuspladsen até a praça Kongens Nytorv.

  • Nyhavn — o pitoresco canal do século XVII, com casas coloridas, barcos antigos e diversos restaurantes e cafés; talvez o cartão-postal mais conhecido de Copenhague.

  • Palácio Amalienborg — residência oficial da família real dinamarquesa, formado por quatro edifícios idênticos ao redor de uma praça, onde ocorre diariamente a cerimônia de troca da guarda.

  • Frederiks Kirke (Igreja de Mármore) — imponente igreja neoclássica com a maior cúpula da Escandinávia, com cerca de 31 metros de diâmetro, de onde se tem uma das melhores vistas da cidade.

  • A Pequena Sereia — a escultura inspirada no conto de Hans Christian Andersen, sentada sobre uma rocha à beira-água na região de Langelinie, símbolo icônico da cidade.

  • Kastellet e Churchillparken — uma fortaleza do século XVII muito bem preservada e o parque adjacente, com estátuas e memoriais, um lugar agradável para caminhar.

  • Castelo de Rosenborg — palácio rodeado por um canal, onde é possível ver objetos da família real e as joias da coroa dinamarquesa.

  • Palácio de Christiansborg — edifício com mais de oitocentos anos de história, que hoje abriga os três poderes do Estado dinamarquês, com visitação aos salões reais e à torre, de onde se tem ótimas vistas da cidade.

  • Torre Redonda (Rundetårn) — torre única em seu gênero, com subida por uma rampa em espiral até o topo, de onde se avista um belo panorama de Copenhague.

  • Catedral de Copenhague (Vor Frue Kirke) — igreja de estilo neoclássico, erguida em 1829 no local de igrejas anteriores que remontam a 1209, marcada pela simetria, luminosidade e paz interior.

  • Parque Tivoli — no coração da cidade, um parque de diversões histórico que mistura emoções, boa gastronomia e atmosfera de conto de fadas, um dos mais antigos do mundo.


Bibliotekshaven (Jardim da Biblioteca)
Bibliotekshaven (Jardim da Biblioteca)
Copenhague, Dinamarca
Copenhague, Dinamarca
Nyhavn, o famoso canal do século XVII
Nyhavn, o famoso canal do século XVII
Nyhavn, o famoso canal do século XVII
Nyhavn, o famoso canal do século XVII

Depois do walking tour, resolvemos parar para almoçar e, no período da tarde, seguimos diretamente para o Parque Tivoli, onde ficamos até a noite. Compramos os ingressos com a ajuda da própria guia do walking tour, mas também é possível adquiri-los diretamente pelo site oficial do parque.


Tipos de ingressos: Existem diferentes tipos de ingresso, alguns dão acesso apenas à entrada do parque e ao mercado de Natal, enquanto outros já incluem o uso das atrações e brinquedos. Optamos por comprar apenas o ingresso de entrada, deixando as atrações para serem pagas separadamente, na hora, caso decidíssemos ir. Escolhemos assim especialmente porque estava bastante frio durante a viagem, e não tínhamos certeza se todos estariam dispostos a enfrentar as filas ao ar livre para os brinquedos. Mas alguns dos nossos amigos foram nas montanhas russas e adoraram !


Mesmo com o ingresso só da entrada, já estavam inclusas algumas atrações especiais da temporada natalina:

  • Visita ao Papai Noel dentro do Tivoli

  • Espetáculo de luzes

  • Jogo de luzes hipnotizante

  • Fireflies (instalação luminosa)

  • Exibição das iluminações de Natal


Jantamos ali mesmo, dentro do parque, aproveitando a atmosfera natalina do Tivoli, que é considerado um dos mercados de Natal mais bonitos da cidade.


Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli
Parque Tivoli

Dia 23 de dezembro — Roskilde e o Museu dos Navios Viking


No dia 23, acordamos cedo e seguimos para Roskilde, uma cidade histórica localizada a cerca de 30 minutos de trem de Copenhague, saindo da estação central (København H). Roskilde foi capital do país durante a Idade Média e ainda hoje abriga a Catedral de Roskilde, Patrimônio Mundial da UNESCO e local de sepultamento de boa parte da realeza dinamarquesa ao longo dos séculos.


Roskilde
Roskilde
Roskilde
Roskilde

O principal motivo da visita foi o Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking de Roskilde. O museu foi construído para abrigar cinco embarcações vikings originais, datadas do século XI, encontradas no fundo do fiorde de Roskilde durante escavações em 1962. Acredita-se que os navios tenham sido afundados intencionalmente pelos próprios vikings, como uma espécie de barreira defensiva para proteger a cidade de ataques vindos do mar.


Hoje, os cascos restaurados ficam expostos em uma grande sala iluminada, e o museu oferece uma experiência bastante interativa, indo muito além da simples exposição estática. Aproveitamos para ver de perto os barcos originais e, claro, não deixamos de vestir trajes vikings para tirar fotos.


Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking
Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking
Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking
Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking
Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking
Vikingeskibsmuseet, o Museu dos Navios Viking

Almoçamos ali mesmo, no Florentz Cafe & Brasserie, um restaurante charmoso de Roskilde, com decoração de Natal na entrada que já deixava claro o clima da época.


Depois do almoço, pegamos o comboio de volta para Copenhague. Fomos para o hotel descansar um pouco antes de sair novamente à noite, dessa vez para experimentar um docinho na La Glace, indicação da nossa guia do walking tour.


A La Glace é a confeitaria mais antiga da Dinamarca, fundada em 1870 pelo jovem confeiteiro Nicolaus Henningsen, no mesmo endereço na Skoubogade onde funciona até hoje. Passado por seis gerações, o lugar preserva boa parte das receitas originais, mantendo uma atmosfera de outra época, com detalhes em mogno, vidro e latão. É famosa principalmente pela Sportskage, uma torta em camadas que existe desde 1891 e que se tornou uma espécie de símbolo da casa.


Restaurante Florentz Cafe & Brasserie
Restaurante Florentz Cafe & Brasserie
Roskilde
Roskilde
Roskilde
Roskilde
La Glace - Copenhague
La Glace - Copenhague

Dia 24 de dezembro — Véspera de Natal e passeio de barco por Copenhague


O dia 24 de dezembro, por ser véspera de Natal, boa parte do comércio e dos restaurantes começam a fechar durante a tarde. Dessa forma, optamos por conhecer Copenhague de um ângulo diferente e fizemos um passeio de barco pelos canais da cidade.


Caminhando até o porto, paramos para comer na Hart Bageri, para os nossos amigos provarem.


Enquanto esperávamos o horário do passeio que saia do porto em Nyhavn, aproveitamos para experimentar o famoso cachorro-quente dinamarquês, vendido nas tradicionais barraquinhas de rua espalhadas pela cidade.


É um clássico que faz parte da experiência gastronômica local, onde a salsicha vem acompanhada de pepino em conserva, cebola frita crocante e chucrute, uma combinação simples e bem diferente do cachorro quente do Brasil, mas bem gostosa.


Nyhavn
Nyhavn
Ópera de Copenhague
Ópera de Copenhague
Canais de Copenhague
Canais de Copenhague
Copenhague
Copenhague
Cachorro Quente Dinamarquês
Cachorro Quente Dinamarquês
Copenhague
Copenhague
Estátua da Pequena Sereia
Estátua da Pequena Sereia

Depois do passeio de barco, caminhamos um pouco mais pela cidade e, como boa parte dos restaurantes já estavam fechados por conta da véspera de Natal, almoçamos no McDonald's antes de voltar ao hotel para nos arrumar para a ceia. Nossa ceia de Natal aconteceu no La Rocca.


Uma dica muito importante para quem deseja passar o Natal em Copenhague e deseje jantar fora: precisa reservar o restaurante com bastante antecedência. Tínhamos feito a reserva com mais de um mês de antecedência e, mesmo assim, encontrar uma vaga disponível não foi fácil.


Véspera de Natal
Véspera de Natal
Ceia de Natal no La Rocca
Ceia de Natal no La Rocca
Ceia de Natal no La Rocca
Ceia de Natal no La Rocca
Ceia de Natal no La Rocca
Ceia de Natal no La Rocca

A virada da meia-noite foi celebrada em conjunto no lobby do hotel, antes de irmos dormir, porque afinal, no dia seguinte partiríamos para a Finlândia, dando início à próxima etapa da viagem pelos países nórdicos.


Dia 25 de dezembro – Partida para Helsinque


No dia 25, acordamos cedo e fomos em direção ao aeroporto, com destino a Helsinque, o segundo destino da nossa viagem. O trajeto foi feito de comboio, da estação central de Copenhague (København H) até a estação Copenhagen Airport, dentro do próprio Terminal 3. A viagem leva cerca de 13 minutos, e os bilhetes podem ser comprados nas máquinas da estação ou pelo aplicativo DOT.


Nosso voo saiu às 13h e chegou em Helsinque às 15h35 (VOO CPH/HEL). Como era dia 25 de dezembro, muita coisa ainda estava fechada e os horários dos transportes públicos também estavam reduzidos, então tivemos que nos organizar com um pouco mais de calma.



Copenhague foi só o começo da nossa viagem pelos países nórdicos. Da capital dinamarquesa, seguimos para Helsinque, na Finlândia. Depois, subimos até Rovaniemi, na Lapônia finlandesa, para viver de perto o clima de inverno e o ano novo no Círculo Polar Ártico. E, para fechar a viagem, terminamos em Oslo, na Noruega.


Cada uma dessas cidades teve um ritmo e um charme diferentes, e por isso merecem um post só delas. Nos próximos textos aqui do blog, vou contar em detalhes o que fizemos, onde ficamos e o que vale a pena incluir no seu roteiro !

 
 
 

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